A partir de meados do séc. XVII em diante, a colina que até então tinha tido função religiosa, começou a representar uma ameaça perigosíssima para a cidade, mediante a integração da pólvora na arte da guerra.

Dada a sua implementação, consistia num ponto frágil e estratégico para o ataque do inimigo constituindo ao mesmo tempo um perigo iminente para a população, uma vez que a partir deste local se poderia bombardear facilmente a cidade. Com o desenvolvimento contínuo da artilharia, a pouca distância face à cidade e o desnível entre o Monte da Graça (404) e a zona do Castelo (345m), a necessidade de fortificação desta barreira natural ameaçadora era urgente.

Quem se apercebe desta necessidade é o Conde de Lippe que, trazido de Inglaterra pelo Marquês de Pombal, vem reorganizar o Exército Português. Será Lippe quem ordenará a construção do Forte da Graça.

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